Ser Mãe de Dois Não é Ter o Amor Dividido, Mas Sim, Multiplicado!

Oi, Mamães!
Hoje eu vou falar sobre uma grande preocupação que aflige várias de nós: a decisão por ter o segundo filho.
Dentre os vários questionamentos que essa decisão traz consigo, um dos principais são: qual será a reação do(a) mais velho(a)?
Hoje em dia, um filho se tornou uma má notícia, o segundo, um atestado de burrice e, se for pertinho um do outro, como no nosso caso então, é atestado de loucura!
Várias pessoas nos criticaram, dizendo inclusive, que Heitor era muito pequenininho e não merecia ficar no “canto”! Mas todo mundo se surpreendeu com a naturalidade com que Heitor recebeu Helena e o cuidado com que ele a trata.
O fato é que desde que soubemos da nova gravidez, começamos a ensinar a Heitor que dentro da minha barriga havia um bebezinho, seu irmão ou irmanzinha. Com pouco mais de 1 aninho, ele alisava, beijava minha barriga e dizia: “‘Henena”… ❤❤❤
Então, quando a “Henena” em carne e osso foi apresentada a ele, o seu senso de proteção foi instantâneo! Nem as enfermeiras da maternidade podiam chegar perto dela, que ele dizia: “sai daí”… 😂😂😂
Sempre que podíamos, buscávamos incluir Heitor nas atividades com Helena, na tentativa de estimular um afeto entre os dois. Mas Heitor era um bebê de 1 ano e 10 meses e nós não podíamos exigir uma maturidade que ele não tinha.
Foi quando, certa vez, ele começou a querer competir com Helena, pela minha atenção, resolvemos dar a bebê pra ele pegar no colo. Aquela atitude mudou tudo! Ele se sentiu muito especial em segurar sua irmanzinha, falando: “fofinha…”, “bebezinho macio…”, “olha o cabelinho dela…” 😍.
Como se o voto de confiança que nós demos, tivesse feito ele se sentir responsável por ela.
Mas nem tudo são flores!
Na primeira semana, depois da minha alta da maternidade, Heitorzinho adoeceu! Pegou uma conjuntivite e uma infecção de garganta, ao mesmo tempo. Próprio de quem baixa a imunidade em virtude do estado emocional abalado. Teve febre vários dias, foi pra urgência, sofreu fazendo exames de sangue, não queria comer nada e, como toda criança doente, queria o colo da mãe. (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS.
Foi muito difícil pra mim, pois além de eu passar grande parte do dia com Helena no peito e todas as outras demandas do recém-nascido, eu tinha que cuidar pra não transmitir a conjuntivite e a infecção dele, pra ela.
É… Foi uma barra! Allan que o diga, pois era ele quem segurava a onda…
Mas, mesmo nesse tempo todo, eu nunca neguei um colo a Heitor! Bastava Helena dormir, pra eu correr pra pertinho dele… E, graças a tudo isso, podemos dizer que aqui em casa não há espaço pra ciúmes. Só ciúme quando as pessoas de fora chegam perto!
😁😁😁
E você, mamães? Como lidam com essas situações?
Deixe seu comentário! 👇
Beijos e até a próxima… 😘🙋
Por Bruna Paulino.
mamaeenfa

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